Os professores realizam assembléia geral no dia 30 de abril de 2011 e decidem a greve por tempo indeterminado no município, caso a Prefeitura não atenda as suas reivindicações.
Além da reivindicação de 15,85% de aumento salarial retroativo a 1º de janeiro de 2011, os professores querem ainda melhores condições de trabalho e melhorias nas escolas, passando pela colocação de ventiladores em salas de aula, merenda escolar de qualidade, feita em cada escola, pois atualmente é feita numa cozinha industrial e é transportada para as escolas em cima de uma pampa correndo sérios riscos de contaminação, recuperação de espaços de prática esportiva para os alunos, como também a aquisição de material esportivo, instalação de computadores nas escolas da zona rural, dentre outras.
Para a presidente do SINDSERT- Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teixeira, Maria Izabel Xavier, a prefeitura tem se negado a atender as reivindicações e a única alternativa é a greve por tempo indeterminado.
Uma carta aberta está sendo distribuída aos alunos, pais de alunos e a sociedade em geral, denunciando o descaso da educação no Município.
O vereador João Batista (Leiloinha) do PMDB de Teixeira, está apoiando a luta de todos os profissionais do magistério e adiantou que os problemas de Teixeira não se resumem apenas a educação. “Teixeira está entregue ao descaso, não apenas na educação, mas na saúde, moradia, pois o lixo e a lama toma conta da cidade e o gestor municipal não toma nenhuma atitude para solucionar os problemas.” Disse o parlamentar.
Esta semana passou nas emissoras de rádio de Patos uma comissão de professores e o vereador denunciando toda a situação e além disso, o sindicato entrou com uma ação junto a Procuradoria Regional do Trabalho, denunciando os desmandos existentes no município.

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